segunda-feira, 9 de maio de 2011

.:Mona:.

Minha Mona está bem!
Vai tirar os pontos amanhã e vai ser feliz para sempre!
Quando, há 14 anos e meio atrás, eu bati o pé e disse que queria um cachorro, sabia que era "pra vida toda". Então, nunca deixarei faltar nada para minha bebê, e jamais a deixarei sofrer.

É ela quem me recebe quando chego em casa, cansada, brava, feliz... E agradeço a Deus sempre por tê-la colocado em minha vida.
Ela é vira-lata e jamais me envergonhei disso.

Mona, mami te ama!


quinta-feira, 21 de abril de 2011

Seguindo em frente

As vezes a gente tem que parar, respirar fundo e seguir em frente... Sem olhar para trás...

Não olhar para trás é muito complicado, por que o coração é "uma pessoa" muito saudosista, muito "apegada" a histórias, recordações, sensações, sentimentos...
Mas há um momento em que os sentidos dizem que há algo errado, nos pede parar que paremos e pensemos, analisemos. E é tão complicado encontrar uma saída, uma resposta adequada, um motivo certo... mas há um momento em que se cansa de coisas pequenas e atitudes baixas. Você percebe que não precisa disso, que não precisa de mais isso na sua vida, e que, muito menos, precisa responder a mesquinhez e a baixaria com mais baixaria e mesquinhez.

Nunca quis me transformar em "mais uma pessoa", tão igual aos demais. Nelson Rodrigues já disse que toda unanimidade é burra. É burra e é cega, tonta...
Se todos mentem e aceitam meias verdades, e preferem tapar o sol com a peneira simplesmente para continuar andando com a consciência "pseudamente" tranquila, peço mil perdões pelo meu jeito explosivo de ser e de demonstrar isso, mas eu não me juntarei a essa maioria. Prefiro andar sozinha por aí do que seguir na corrente que eu considero errada na vida, do que seguir por uma estrada fácil mas totalmente contrária ao que sou e acredito.

Não sou a dona da verdade, muito menos a dona do mundo. Tenho pontos de vista e crenças fortes, mas nunca sou o monstro que me pintam... Pintem a vontade, dói, mas agora não importa mais... Quase não importa mais.
Finalmente, depois de tanto e tanto tempo, "aos vencedores, as batatas", me retiro do jogo.
E de modo algum me sinto derrotada. Cansada sim, derrotada nunca.

Levo e guardo no coração o amor, o carinho e a paciência de tantos que encontrei no caminho, que me transmitiram suas sabedorias e seus conhecimentos. As tristezas? Xá pra lá... A gente não precisa lembrar delas sempre... Já dói bastante agora...
Posso ser uma bruxa, um monstro e a opinião alheia ser a mais correta e factual, mas não é bem assim... Sempre dizem o que querem e aumento e inventam a seu bel prazer. Façam isso de novo. Tudo bem. Uma hora para de doer. E em busca dessa parada de dor é que acredito que é hora do fim. De seguir em frente e tentar não olhar para trás.

Não preciso de mais desgostos, decepções e gente baixa e mesquinha. Levo os grandes, os fortes, aqueles que o coração eterniza...

Fazer o quê, meu bem... É a vida...

Beijos,
Nina




terça-feira, 29 de março de 2011

Complexamente perfeito

Complexamente perfeitinho... Querido do meu coração, lindo, fofo, meigo, forte, um bruto. Ceguinho... Tapado... Inexplicável... Deus grego... Um príncipe, o príncipe da minha vida. O sonho que pulou pra realidade. A reunião de todos os sonhos, de todos os desejos, de todos os quereres, de tudo que nem se sabia que se queria.
Exatamente assim...
Doce... Docinho, docinho... Educado, polido, de coração bom, nobre, generoso... Repara no não-visto. Fala sempre outra coisa. Sempre surpreende... Sempre surpreende falando outra coisa, que nem se imagina, que nem se sonha ele já tinha visto...
Junção do príncipe encantado com o desencantado. Imperfeitamente perfeito... Um sonho de consumo. O consumo do meu sonho... O sonho do meu consumo... A realidade dos meus desejos... A palavra certa no momento exato...

Comcertezamente o senhor de qualquer outro coração.
Nunca do meu...

Nina


sábado, 19 de março de 2011

SAT: Seminário de Aprimoramento Tradicionalista

Ontem senti orgulho do Movimento Tradicionalista Gaúcho.
São quase 7 anos acompanhando "de perto" os passos do MTG através do meu CTG, das notícias "do Brasil e do mundo", e acho que pela primeira vez vi uma luz no fim do túnel, a possibilidade real e concreta de se fazer algo, do movimento fazer algo decente, obedecendo enfim a Carta de Princípios que rege o Tradicionalismo.

O SAT (Seminário de Aprimoramento Tradicionalista) finalmente está aí pra servir, pra ser útil e não ser mais um peso nas costas e um teatrinho barato.
No papel - pelo menos - parece algo lindo e maravilhoso, e eu, espero sinceramente, que seja efetivamente feito e cumprido, e que sirva para colocar alguma coisa nas cabeças ocas dos dançarinos e instrutores. Pra mim, não existe dança, não existe importância no que preservamos, no que fazemos, no que admiramos e gostamos, se isto tudo não servir para algo bom, para algo efetivo, para algo nobre e resumidor real do povo gaúcho. Um povo que ama o que faz, ama sua terra, cuida de sua história, gosta daqui, do que é daqui e que é solidário.

Espero de coração que o SAT deste ano seja realmente executado por todos os dançarinos do Rio Grande, que agora terão a real oportunidade de espalhar a centelha da chama gaúcha, da alma de nosso povo.

E espero mais ainda, que os dançarinos acordem e descubram finalmente que dança é um nada dentro de um todo.

Beijos,
Marina

segunda-feira, 7 de março de 2011

Lá... E de volta... Outra vez...

Tem uma criatura aí que bagunçou a minha vida.
Tudo estava um caos por si só, um estresse danado, uma verdadeira zona, sem entendimento, só desordem mesmo, e aí chega essa criatura e põe "fogo no cabaré". Pra melhorar ou piorar de vez? Quem sabe? Por ora fico com a linha ocupada, pensante, extremamente pensante e viajante.
Tudo era pior do que o caos, e eu não tinha a mínima compreensão de mim e aí, do nada, me aparece uma criatura que traz consigo tantos e tantos valores e sentidos perdidos. Que tráz recordações adormecidas, lembranças de um futuro que nunca existiu e de um passado muito forte e presente, ideias de quem sou, quem fui, quem seria ou talvez serei. Lembranças de momentos em que achava que sabia quem era e a que vinha e que não teria lá grandes dúvidas sobre caminho.

Essa criatura redespertou ideias e sentimentos esquecidos e escondidos. Coisas simples, como lembrar quem quem se acha que realmente se é, o que é que verdadeiramente se gosta, como fazer coisas simples, como ser uma pessoa simples, como ser "sua própria raiz" sendo moderno, atual.
Essa criatura me fez enxergar meu próprio passado e buscar sonhos e ideias que ficaram lá, mas láaaaaa atrás.
Simples prazeres, simples risadas, aquelas gostosas, abertas, sem medo, sem motivo, vindas do dedinho do pé. Fez lembrar de passeios de braços dados, de grude de braços no frio, de parcerias de bagunça, de camuflagem de sandices, de amizades infinitas... Que ficaram tão lá atrás...

Não sei se eu queria essa criatura tão perto... Colocando ordem na desordem, e instaurando um caos adormecido, guardado, escondido, soterrado em algum lugar de mim.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Nada no tudo





E começam as aulas... De novo...
Um ano e meio pela frente (contando que tudo dê certo)... Vontade nenhuma de voltar. De falar nada, de fazer nada.

Meus pensamentos estão mudos.

Fui-me,
Marina

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

À espera de milagres

Ando numa fase... Mas numa fase... Vida bandida é pouco.
Paciência? Eu não tenho, cansei de ter. Tenho muita idade e cada vez menos tempo de espera.
Deus, Querido, Amigo, eu estou aqui, tá??????? E o Senhor me fez bem grandinha até, pra eu passar assim tão despercebida... Custa juntar a fome com a vontade de comer???
Tá.
Eu espero...............................................................
E também te amo.........................




Pórco, pórco, pórco.


Aí vai um poeminha, que há alguns anos atrás, no Dia dos Namorados, um Dom Juan (promovendo uma loja aqui da city) entrou no escritório onde eu trabalhava, declamando em alto e bom som, distribuindo rosas vermelhas... Eu fugiria com ele.
Na boa? Hoje eu pediria pra outro "Dom" fugir comigo...
Mas duvido que ele vá querer... É outro que não me enxerga.

TÁAAAAAAAAA, ao poema!

OLHOS ESPELHOS D'ALMA
 
Eu te digo ADEUS! Porque o teu amor me torturava
Era como uma rosa, que se as vezes tinha no perfume a candura
que eu sonhava, também espinhos infernais continha.
 
Contra vontade era que eu te amava
Sem esperanças de que um dia fosses minha
Por teu orgulho não serás escrava
Por meu orgulho, tu não serás rainha
 
Adeus beijo-te a mão tendo a certeza de que procuras
disfarçando o pranto, não demonstrar a minima tristeza
E assim, ambos sorrindo, e ao mesmo tempo pálidos de espanto
em nossos olhos vemos, com supresa, que é por capricho
que sofremos tanto.
 
Autor desconhecido
Desconhecido... Eu fugiria contigo também... E nem precisa mais o cavalo ser branco...

Beijos tchau